January 2011
Escutamos palavras ásperas daquele de quem é quase insuportável de se escutar. Justamente por isso dói tanto. A dor vem embalada no amargo embrulho da surpresa inconveniente. Só o que eu podia fazer era ficar sentada no banco do telefone e escutar, um tanto trêmula, pensando que todo mundo devia ser uma ilusão de ótica. Orgulhamo-nos ao pensar ou dizer o quanto conhecemos aquele que amamos,...
“Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber. Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências. Eu...
I just remembered that time at the market Snuck up behind me and jumped on my shopping cart And rolled down aisle five You looked behind you to smile back at me Crashed into a rack full of magazines They asked us if we could leave I can’t remember what went wrong last september Though I’m sure you’d remind me if you had to Our love was comfortable and so broken in Our love...
Se tornou totalmente difícil, mais não me incomoda. Foi um silêncio inquebrável, minha mente gerava palavras que eu não conseguia pronunciar, palavras que nem se quer eu poderia assoprar. A falta de atos ou de qualquer outra palavra me trouxe aqui, creio em um ‘nós’ ainda, claro, por que não? Meus olhos tentam ocultar qualquer sinal de insatisfação ou tristeza. Peco com o silêncio e me divirto...
Sinto dizer que amo mesmo, tá ruim pra disfarçar. :]